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Especial Mestres: “Podem esperar um ritmo empolgante para a Peruche”, promete Mestre Call

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Cassiano Vinicius Pereira é criado na Unidos do Peruche, sua história no carnaval se inicia em 1995 tocando tamborim, na bateria ainda do Mestre Magui. Com o tempo, Cal foi aprendendo a tocar todos os instrumentos que o cercavam, até que em 2010 foi convidado para assumir o comando da bateria Rolo compressor:

“Em 2010 foi minha primeira passagem como mestre, fiquei 2011 e depois sai por motivos pessoais. Retornei como Mestre em 2017 fizemos um bom trabalho, pecamos em algumas coisas, mas para 2018 estamos focados e vamos corrigir esses erros”, afirma Cal.

Num bate papo exclusivo com a SASP, Cal explica a origem do nome “Bateria Rolo Compressor”:

“O significado do nome rolo compressor é de um time de futebol onde tinha alguns ritmistas que jogavam lá, e nisso deram o nome pra bateria, mas o verdadeiro nome é Grau 10”.

A bateria da Peruche nesse carnaval busca trabalhar a inovação, voltando com o andamento mais confortável para os ritmistas. Dentre as grandes novidades do carnaval, a alteração da batida de caixa no ano passado surpreendeu muitos sambistas. A rufada era característica da entidade, e hoje adotaram o toque padrão. Além da batida de caixa embaixo, que é direta. A levada de terceira está mais padronizada, com desenhos em trechos específicos. As afinações dos surdos foram preservadas, mantendo o grave. Instrumentos opcionais apenas o agogô.

A diretoria se reúne toda terça-feira para discutir andamento, detalhes e, principalmente, pra criar bossas.

“Cara, acho que estamos fazendo um trabalho muito bom, me sinto a vontade para fazer o meu trabalho, acredito que inovamos sem perder a tradição”, conclui.

A Unidos do Peruche será a segunda escola a desfilar na noite de sexta, dia 09 de Fevereiro, às 00h20, com o enredo: “Peruche celebra Martinho: 80 anos do Dikamba da Vila”, do carnavalesco Mauro Quintae.

“Podem esperar uma bateria bem ensaiada e com ritmo empolgante”, finaliza Mestre Cal.

Botequim da SASP