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Tom Maior abre os desfiles do carnaval de São Paulo homenageando a cantora Elba Ramalho

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Abrindo a noite de desfiles do carnaval de 2017, a Tom Maior, agremiação que em 2016 foi a vice-campeã do Grupo de Acesso e retornou nesse carnaval ao Grupo Especial. Homenageando a cantora Elba Ramalho a vermelho e amarelo trouxe um samba empolgante, que foi sustentado durante todo o desfile pelo intérprete Bruno Ribas e seu time de canto para representar o enredo Elba Ramalho canta em oração o folclore do nordeste toque sanfoneiro forró, frevo e xaxado… O inicio do desfile da Tom Maior foi dificultado por imprevistos com suas duas primeiras alegorias, o que ocasionou um buraco entre o segundo carro e a ala coreografada “cangaceiros da folia” que vinha na sua frente. Com todos imprevistos, a escola terminou o seu desfile em 64 minutos, cumprindo o horário dentro do regulamento.

VEJA AS FOTOS DO DESFILE

Em entrevista a SASP, o carnavalesco Claudio Cebola disse que a escola veio quente, veio como eles queriam. Já o diretor de harmonia, Yves Alexeiv, confirmou os problemas das alegorias na concentração, mas que logo foram contornados, porem teve no começo dar uma segurada na evolução e uma acelerada no final, mas acredita que foi um desfile muito bom.

Comissão de Frente

A comissão de frente cumpriu seu papel tradicional de apresentar a escola Tom Maior, e apresentou em seu grupo de bailarinos personagens que se faziam presentes nos sonhos de Elba quando ainda era uma menina, um grande cordel mágico que mostra as maravilhas do sertão e suas figuras populares como: Lampião, Maria Bonita, Chicó e a menina Elba.

Casal De Mestre-Sala e Porta-Bandeira

O casal de mestre-sala e porta-bandeira Jairo e Simone, fizeram uma belíssima apresentação na frente dos jurados, cumprindo todos os quesitos compostos na dança. Com uma belíssima e luxuosa fantasia, o casal veio representando “Asa Banca Sertaneja”.

Samba e Bateria

O samba enredo da escola Tom Maior, empolgou as arquibancadas com refrãos de fácil entendimento. A bateria comanda pelo mestre Carlão, cumpriu todas as boças apresentadas em seus ensaios técnicos realizados no Polo, tendo um entrosamento perfeito com o time de canto sem atravessar o samba na avenida empolgando o público nas arquibancadas do Anhembi.

Harmonia e Evolução

Por conta de alguns imprevistos nos carros alegóricos no inicio do desfile, a evolução da escola de samba Tom Maior teve um efeito sanfona do começo ao fim do desfile, ocasionando também, buracos entre as baianas e o quarto carro. Os cantos das alas prevaleceram apenas nos refrãos do samba enredo. A harmonia teve uma pequena correria o começo dos desfiles por conta do imprevisto.

Fantasias e Alegorias

O abre-alas representando “Tributo ao Mestre Gonzaga (Asa Branca) e o segundo carro “Ave Maria Sertaneja Rogai por nós” teve pequenos problemas no inicio do desfile e apresentou falhas nos acabamentos das esculturas. Porém, todas as alegorias estavam muito coloridas, bem iluminadas e com características bem nordestinas. A Destaque que vinha a frente da segunda alegoria, estava sem a parte de trás do costeiro, mostrando novamente a falha nos acabamentos, a falta do costeiro foi evidente e a agremiação deve sofrer penalização dos jurados de fantasias que viram a falta do mesmo.

Enredo

A Tom Maior trouxe para a avenida nesse carnaval 2017 o enredo a fim de homenagear a cantora Elba Ramalho, a escola apresentou um grande cortejo à homenageada, apostando nas viagens em seu desfilo nas maravilhas do sertão, as manifestações folclóricas do povo nordestino. Nas maravilhas do cordel encantado, nasce à menina Elba. A mulher guerreira que é reconhecida como embaixatriz do folclore popular, hoje foi coroada a rainha do carnaval da escola de Samba Tom Maior.

Destaques para a Ala das baianas, bateria e a Rainha da Bateria Pamela Gomes que mesmo com o pé machucado, apresentou sua bateria abrilhantou ainda mais o desfile da Tom Maior.

Outro destaque também foi a homenageada Elba Ramalho que veio conduzida por um elemento cenográfico na avenida contando com a apresentação de bailarinas reverenciando a homenageada a frente do último carro.

 

Botequim da SASP